quinta-feira, 26 de junho de 2014

Bate Papo com André Haar

A equipe do Conexão Direta, durante a última aula de Introdução ao Jornalismo, pôde conversar com o conceituado apresentador e jornalista André Haar, que atualmente apresenta o Rio Grande no Ar na TV RECORD. Confira a conversa.


Conexão Direta - Como você iniciou seu trabalho na área da comunicação?
André Haar
Bom, aos 16 anos comecei a trabalhar na rodoviária de São Leopoldo como locutor, depois fui para a rádio União. As 21 anos iniciei minha carreira como apresentador na TV Bandeirantes, passei pela RBS, Canal Rural e atualmente trabalho, ainda como apresentador de jornal, na TV Record. Todo esse decorrer da minha carreira na comunicação foi sempre motivado e impulsionado por oportunidades.

CD - André, o que seriam essas oportunidades que impulsionaram sua carreira?
AH - Desde pequeno eu tinha o desejo de ser apresentador e sempre lutei por isso e aproveitei oportunidades. Quando eu trabalhava como locutor na rodoviária me deparei, em um momento, com a notícia de um menino que estava desaparecido e que havia sido encontrado morto, eu sabia que eu tinha uma notícia e precisava fazer algo com isso. Liguei para a rádio União, pedindo para falar com o gerente, mesmo sabendo que a rádio apenas tocava músicas, eu resolvi ligar. O gerente me atendeu, eu disse que era locutor da rodoviária, ele falou que a rádio não noticiava nada, mas no mesmo momento pediu para eu repetir meu nome, e naquele momento eu fui contratado. Naquela notícia havia uma oportunidade. O mesmo aconteceu quando eu já era apresentador de televisão na Bandeirantes e apresentei um programa de esporte no lugar de uma pessoa que havia faltado, a RBS me viu e, mesmo ainda não tendo diploma de jornalista, me chamou para trabalhar com eles. Apresentar o programa de esporte na falta da colega foi uma oportunidade. E assim sempre aconteceu, as oportunidades sempre existiram e eu sempre tentei aproveitá-las.

CD - As oportunidades levaram você onde sempre quis estar? 
AH Com certeza, aproveitá-las fez com que meu sonho de menino se realizasse. E espero que assim ainda continue sempre.

CD - Você gosta do que faz? 
AH Se eu gosto? Eu amo o que faço. Acredito que todos devem fazer algo que realmente gostem de fazer e nisso posso dizer que sou privilegiado.

Aproveitar oportunidades e gostar do que se faz, esse é o resumo e aprendizado do bate papo com André Haar.

                                      Por Élvis dos Santos, Luana Nagel e Matheus Kestner.

ECNH pela primeira vez na 3ª fase da Copa do Brasil

O Novo Hamburgo está pela primeira vez em sua história, na 3ª fase da Copa do Brasil. O time treinado por Itamar Schulle já havia derrotado, na fase inicial, o Joinville. Na 2ª fase, venceu o J.Malucelli. Na primeira partida, vitória por 1x0, no Estádio do Vale. E no segundo duelo, outra vitória, dessa vez pelo placar de 2x0, no Ecoestádio, em Curitiba.

Conhecido como Noia, o único clube de futebol profissional da cidade de Novo Hamburgo, foi fundado em 1º de maio de 1911. Comemorou seu centenário em 2011 e esse ano completou 103 anos. O Esporte Clube Novo Hamburgo, que tem como casa o Estádio do Vale, em toda sua trajetória nunca conquistou um título nacional, porém o ano de 2014 poderá mudar a história do clube, pois está lutando forte pelo título da Copa do Brasil.

Nesse ano, o anilado já conquistou um feito histórico, passando pela primeira vez para a 2ª fase da Copa do Brasil. De acordo com Giovani Junior, assessor de imprensa do time, esta é a segunda vez que o ECNH participa do campeonato. A primeira participação foi em 2006, quando foi eliminado na primeira fase em confronto com o Criciúma. O vice-presidente de futebol, Luiz Valentin ressaltou a importância de participar dessa competição:

“É muito importante, não só para o clube como para a cidade de Novo Hamburgo. Levando em conta que o jogo é transmitido para todo o Brasil, a visibilidade que trás é enorme.”

Ele também revelou os objetivos da equipe no torneio:

“O objetivo é ir o mais longe possível. Os investimentos foram feitos visando essa competição e os resultados já estão aparecendo. Estamos focados e, principalmente, preparados para surpreender.”

Marcelo Rhoden, treinador dos goleiros e torcedor do ECNH, disse o que o clube representa em sua vida:

“O ECNH representa o início de um sonho, que aos poucos se tornou realidade. É com imenso orgulho que ajudo o clube que me projetou e incentivou a ser um atleta.”

O próximo jogo, válido pela 3ª fase da Copa do Brasil, será contra o ABC F.C., no dia 23 de julho no Estádio Frasqueirão, e o jogo de volta, que será em Novo Hamburgo, vai ocorrer no dia 30 do mesmo mês. E o ECNH já está se preparando para essa nova e histórica etapa.

                                           Por Élvis dos Santos, Luana Nagel e Matheus Kerstner.

Muito além do futebol

A Copa do Mundo gerou diversas discussões nos meses que antecederam a sua abertura. Um evento dessa importância abrange muito mais do que o futebol. Desde 2007, quando o Brasil foi escolhido como sede da Copa do Mundo de 2014, iniciou-se um ciclo político em torno dessa "oportunidade". Entre novas obras, reformas, ampliações e as mais variadas preparações, grande parte dos brasileiros se posicionaram contra a realização do evento. Diante de um governo em que a particularidade prevalece junto à política desonesta de tirar proveito de tudo, esse grupo de cidadãos descontentes com a Copa no Brasil têm, claramente, motivos para protestar. Porém, essa razão é dizimada quando protestos são feitos de maneira incorreta. Incendiar um ônibus faz tanto sentido quanto construir um estádio que não será devidamente utilizado após a competição. Mas, após todos os tipos de ações e opiniões, a Copa do Mundo é uma realidade. O futebol é a grande paixão do povo brasileiro. Festa nós sabemos fazer como ninguém. A Copa é um sucesso dentro e fora de campo. O momento é de curtir. Mas, e depois? Simples! Quando a festa acaba, é hora da limpeza.
                                                                                         Por Élvis dos Santos.

Copa das copas

Algo sensacional está acontecendo nesta copa do mundo de 2014, o pais está mostrando muito mais do que as lindas paisagens e o calor humano.  Muitos que eram contra a copa , em 10 dias de competição já trocaram sua opinião, muito se vê na redes sociais #vaitercopasim e #copadomundoénossa, entre outras.  

E não teve um jogo que não esbanjou emoção nessa competição, que disparada, já é a copa das copas. Os jogos estão tão incríveis que seleções campeãs mundiais estão deixando a copa na primeira fase para seleções de menor expressão. Agora só nos resta terminar a copa do mundo com chave de ouro, com a conquista do título da nossa seleção.                                                                                                                                                                          
                                                                           Por Matheus Kestner.

A copa eterna

Imaginar, eu não imaginava. Uma surpresa, com certeza. É assim que retrato o que vejo que o maior evento futebolístico trouxe ao Brasil. Estrangeiros tomando conta das ruas, dos hotéis, da praia. Verde e amarelo por todos lados, e também azul, laranja, vermelho e branco. Uma mistura de cores, sabores, idiomas e povos. Uma festa.

Ao observar os depoimentos dos estrangeiros o que escuto em diversos idiomas é “me sinto em casa”. Se sentir em casa estando em outro país, isso vale uma grande salva de palmas aos brasileiros, pela receptividade e alegria que contagiam pessoas de qualquer lugar.

Fotos e depoimentos nas redes sociais dos meus amigos que assistiram aos jogos nos estádios. Nas fotos belas recordações de momentos vividos ao lado desses estrangeiros quase parentes. Sorrisos que invadem a tela do computador e depoimentos com frases do tipo “Isso é copa do mundo, meu amigo”.

Tanto em comum como também muito em diferente, tudo isso com muito respeito. Pergunto-me agora, por que essa alegria, esse espírito de solidariedade não invadem outros campos desse mundo? Amigos no futebol e guerrilheiros nas outras áreas. Ver o mundo com infindáveis guerras entre países por questão de poder, dinheiro e território. Guerras dentro do próprio país. Vítimas e mortes, muitas mortes.

E a guerra da fome? Dentro dos países, uns com a mesa farta, e outros fartos com a barriga vazia. Países planejando, investindo e construindo maneiras de como se defender de algum ataque com armas e bombas. Mas não seria melhor investir e planejar em como atacar os piores inimigos, a fome, as doenças e a precariedade que rodeiam seus próprios países e também os países vizinhos?

Queria eu imaginar que a copa fosse eterna e nenhum problema ou discórdia existisse. Que todos pensassem no próximo e fossem felizes sempre, não só na copa. Mas, como todo brasileiro, eu tenho esperança. Talvez essa ainda não seja a copa eterna, vou esperar pela próxima.

                                                                                         Por Luana Nagel.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

A ORIGEM


Conexão.Ligação.
Geração  ligada, conectada.
Informação rápida, direta. 
Somos a geração - informação.
Vivemos a CONEXÃO DIRETA.